Aqui Há Pousio

Em Cena:

“…Já vos tinha dito que este vosso projeto não podia crescer. E é muito simples, não podia crescer porque não é assim que o mundo funciona. Eu sei que é bonito. Descamisadas com todo o povo a cantar, trabalharem todos unidos na fazenda…mas a que preço? Acham que cavar nessa terra vos vai levar a vocês e aos vossos filhos a algum lado? (…) Estão dispostos a arriscar ou preferem trabalhar num sitio mais seguro, numa terra que dá frutos mesmo, e não sonhos?”

(In Aqui Há Pousio)

SINOPSE
Sem terra para cultivar, o povo do Lugarejo é obrigado a aceitar as condições de trabalho de um proprietário. Deparando-se com as dificuldades que o povo enfrenta, uma mulher arregaça as mangas e em conjunto com o povo amanha e semeia o que virá a ser uma nova forma de vida: o trabalho em comunidade.
Poderá esta alternativa prevalecer num Mundo dominado pelos grandes proprietários?

cartaz_web

SOBRE O ESPETÁCULO
“Companheiros! Arrumem as enxadas, prendam as bestas. Saiam todos de casa.”
Da necessidade de nos aproximarmos uns dos outros, de voltarmos a trabalhar uns com os outros, de construirmos um mundo em que o importante é lutarmos pelo bem-estar comum, surge o Aqui há Pousio.
Pousio de terras. Pousio de ideias. Pousio de vontades. E é neste estado de latência, em que à primeira vista tudo parece morto, que é lançada a semente de um novo projeto que abana as estruturas de uma sociedade em que as condições vigentes são ditadas por grandes proprietários.
Juntos, fazendo o que cada um sabe de melhor, trabalhando em comunidade num projeto comum, a população do Lugarejo procura melhorar as suas condições de vida de forma a viverem mais desafogados e tirando partido daquilo que têm.
Vivendo nós num mundo em que cada um trabalha para conseguir sobreviver, onde o sentido de comunidade é cada vez mais diluído, em que as condições vigentes parecem ser cada vez mais sufocantes, será que há espaço para semearmos em conjunto?
Aqui Há Pousio, é um espetáculo que procura comunicar com o público de uma forma descomprometida, incluindo-o no jogo teatral desenvolvido.
Quatro atores desdobram-se em várias personagens e animais para dar vida ao Lugarejo. O cenário transforma-se ao longo do espetáculo em inúmeros espaços desta aldeia, trazendo sempre uma surpresa visual ao espetador. Contando também com música feita ao vivo, este espectáculo procura chegar ao público de todas as idades e de todos os lugares, promovendo uma partilha entre gerações.

FICHA ARTÍSTICA:

Encenação e Dramaturgia Criação coletiva

Interpretação
Ana Bárbara Soares
Frédéric da Cruz
Hugo Inácio
Sofia Neves

Figurinos
Ana Bárbara Soares
Rosa Carvalho
Sofia Neves

Cenografia
Frédéric da Cruz

Máscaras
Amável Alves Antão

Direção Musical
Elsa Felicidade

Letra e composição
Frédéric da Cruz

Luz
Nuno Cardoso

Fotografia
Jorge Ferreira

Cartaz e Grafismo
Pulso Publicidade

LEIRENA TEATRO – 911989754 / geral@leirenateatro.pt

AGRADECIMENTOS
António Fonseca
António Mercado
Diário de Leiria
Jornal de Leiria
Maria do Carmo Neves
Maria de Lurdes Cruz
Pastelaria Crislita
Rancho Rosas do Lena
O Região de Leiria

Anúncios